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São Lucas encerra a I Jornada de Medicina com palestra o “Manejo da SEPSE” com Prof. Ph.D Luciano Azevedo

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O Centro Universitário São Lucas, realizou entre os dias 18 e 22 de novembro, a I Jornada de Medicina, nas Unidades I e II. Durante a jornada, os acadêmicos puderam acompanhar palestras e oficinas com atualizações dos conhecimentos adquiridos. No último dia de Jornada Acadêmica, o curso recepcionou o Prof. Dr. Luciano Cesar Pontes de Azevedo para fazer apontamentos sobre septicemia.

O Prof. Dr. Luciano Azevedo que é Ph.D. na área de pacientes críticos oncológicos pelo Instituto Nacional de Câncer, é livre-docente de Emergências Clínicas da Universidade de São Paulo, Superintendente de Ensino do Sírio-Libanês, orientador e coordenador da Pós-graduação do Hospital Sirio-Libanes, presidente do Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS) e presidente da Sociedade Paulista de Terapia Intensiva (SOPATI).

Azevedo tem experiência na área de clínica médica, com ênfase em medicina intensiva e medicina de emergência. Suas principais linhas de pesquisa são choque e hemodinâmica, sepse, ventilação mecânica e gestão em medicina intensiva.

Em relação a palestra do Dr. Luciano Azevedo, O Manejo da Sepse, muitas atualizações ao tema aconteceram, seus métodos, diagnósticos e protocolos de tratamento. O que se sabe sobre sepse é dinâmico e o tratamento e o manejo do paciente com sepse são constantes atualizados.

Com explicações sobre o tema, até pela localização do Estado de Rondônia, se objetiva, reduzir a morbidade e a mortalidade da sepse, facilitar a realização de estudos clínicos e difundir informações científicas. O processo de identificação, cuidado e tratamento de um paciente séptico é essencial para toda a equipe que cuida desses pacientes e, por isso, este conhecimento pela equipe multiprofissional é essencial.

De acordo com pesquisas, a sepse está entre as dez maiores causas de morte e é a principal causa de morte em unidades de terapia intensiva não cardiológicas. Os números podem ser ainda maiores, uma vez que a causa da morte muitas vezes é atribuída à patologia de base e não propriamente à sepse.

Ao fim da apresentação do palestrante, acadêmicos das turmas de Medicina puderam fazer perguntas e debater sobre o assunto.

Vamos Conversar?