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Alunos do São Lucas participam do Trote Solidário

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Os alunos do Grupo Educacional São Lucas participaram no último dia 30 de março de mais uma edição do Trote Solidário. A atividade desenvolvida pela Coordenação de Extensão, Cultura e Esportes (COEX), levou cerca de 320 alunos aos domicílios dos bairros Areal e Mato Grosso, para orientação e aplicação métodos para prevenir as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti e além de promover a integração entre os acadêmicos.

A ação envolveu alunos e professores de todos os cursos da Instituição com o objetivo de levar educação e saúde aos domicílios no entorno das unidades do São Lucas, visando a eliminação de focos do mosquito e orientando a população quanto aos cuidados para manutenção do espaço livre de contaminação.

Durante todo o mês de março, os estudantes se subdividiram em grupos como preparação para a atividade, onde receberam treinamentos, orientações para atuar junto aos domicílios e as técnicas de abordagem e prevenção ao foco do mosquito.

Este ano, a ação abrangeu os moradores do bairro Mato Grosso, entorno da Unidade II do São Lucas. Um dos diferencias além da abrangência, foi a quantidade de criadouros removidos pelos estudantes.

A atividade também contou com o apoio de representações municipais como o biólogo Edson Neves da Cruz, representante da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) e Adirleide Dias dos Santos, representante da Secretaria Municipal de Saúde (SEMA).

Para o aluno Simplício Pereira da Silva Neto do 3º período de Biomedicina, o Trote Solidário é uma oportunidade de mostrar para calouros as ações sociais realizadas pela São Lucas e também uma forma de pedir a colaboração da comunidade no combate ao mosquito.

Para a dona de casa Margarida Silva, moradora no bairro Mato Grosso, a parte mais difícil no combate ao mosquito, são os maus hábitos que própria população tem.

“Fazer a nossa parte nessa luta é essencial. As pessoas adoecem por simplesmente não virar um copo de água suja parada”, destacou.

Segundo a Coordenadora do COEX, Professora Maricélia Cantanhêde, o movimento gerado por esta ação reflete de maneira positiva na comunidade.

“A comunidade atendida agradece e reconhece a importância de se realizar uma atividade desse porte, pois como relatam, muitos até sabem sobre a dengue, mas não se atentam que o perigo de transmissão e proliferação do mosquito pode acontecer no seu próprio quintal”, concluiu.

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