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Professores dos cursos de Ciências Biológicas participaram do 1º Congresso de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia

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Publicado em: 19/11/2019

A coordenadora do curso de Ciências Biológicas do São Lucas Educacional, Profa. Ma. Natália Faria Romão e o Prof. Me. Mizael Pedersoli, das unidades de Ji-Paraná e Porto Velho – RO, participaram do 1º Congresso de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia (CBBA). O evento aconteceu do dia 06 a 08 de novembro, em Manaus – AM.

O CBBA é uma iniciativa da Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia (BIONORTE), da Rede Amazônia de Inovação e Empreendedorismo (RAMI) e da Aliança para a Bioeconomia da Amazônia (Abio) que, após debates sobre o tema, perceberam a necessidade de ampliar a dimensão das discussões para um contexto amazônico, com alcance nacional, com o objetivo de divulgar os resultados científicos e tecnológicos que podem ser utilizados pela indústria a fim de contribuir para a melhor utilização de recursos florestais, possibilitando a geração de empreendimentos sustentáveis, consolidando a bioeconomia da região.

Neste ano, o evento abordou o tema “Transformando Conhecimento em Bionegócios”, com objetivo de somar esforços para em última análise dinamizar a bioeconomia na Amazônia e para utilizar os momentos e espaços do congresso para criar oportunidades de interação entre as universidades, o setor empresarial e o setor governamental. Houveram palestras, minicursos, mesas redondas, mini simpósios e trabalhos científicos apresentados simultaneamente.

“Foi um evento de extrema importância no contexto político e social atual para o profissional das áreas biológicas que precisam empregar o conhecimento que tem sobre as formas de vida para gerar tecnologias e empreendimentos que visem lucratividade de forma sustentável. ” contou a coordenadora, Natalia.

O professor Mizael ressaltou que viu o congresso como uma oportunidade de expandir o pensamento, visto que muitas vezes a biologia é pouco explorada em relação a sua atuação e retorno para a sociedade, também pouco se tem do chamado “espírito empreendedor” que foi algo tratado com muita ênfase durante o evento.

“Outro ponto que considero interessante é o fato do quanto a pesquisa acadêmica ainda está distante da sociedade e de aplicabilidades nesta. Há uma necessidade de novas parcerias e novas visões para realizar pesquisa e extensão visando retorno e uso pelo público em geral. Nesse contexto a Biologia, ou profissionais da área, ainda carecemos de uma adaptação em nossa forma de ver e pensar pesquisa e desenvolvimento, também o empreendedorismo. ” finalizou o professor.

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