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Homenagem ao dia do Fisioterapeuta: Entrevista com Lucila Suemi Kato Harakawa

Publicada em 13/10/2016 por Juliana Mascarenhas

No dia 13 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Fisioterapeuta, entrevistamos Lucila Suemi Kato Harakawa, Graduada em Fisioterapia pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP; Mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento – Universidade Presbiteriana Mackenzie e Formação no Método Neuroevolutivo- Bobath para tratamento de crianças com distúrbios neuromotores.

 

Abaixo segue o bate papo, confira!

 

UNISL: Por que escolheu estudar Fisioterapia? O que o motivou?

Fisioterapeuta: Escolhi estudar fisioterapia devido à possibilidade de trabalhar com crianças na restauração de seus movimentos. Sendo o principal motivo a curiosidade sobre neurociências.

 

UNISL: Do que a senhora mais gosta na sua profissão?

Fisioterapeuta: Gosto muito da possibilidade de conviver com pessoas que estão passando por sérias disfunções motoras e poder ajuda-las, além de aprender com cada uma delas.

 

UNISL: O que mais marcou sua vida como fisioterapeuta?

Fisioterapeuta: O que mais marcou foi poder ter participado da vida de pacientes, suas lutas e vitórias frente a possibilidade de ter uma chance de recomeçar apesar de suas sequelas. Além de poder partilhar essas histórias com meus alunos.

 

UNISL: Quais os desafios do atual momento da Fisioterapia, em sua opinião?

Fisioterapeuta: Creio que o principal desafio seja melhorar o desempenho de uma população em processo de envelhecimento.

 

UNISL: O que é essencial para ser um bom profissional?

Fisioterapeuta: Praticar a tolerância, flexibilidade e resiliência. Estudar, estudar, estudar....

 

UNISL: Que mensagem você daria para um fisioterapeuta em início de carreira ou um acadêmico de Fisioterapia?

Fisioterapeuta: Nunca se esqueça de que muitas vezes uma criança e seus pais estão procurando o tratamento reabilitador em busca de uma maior autonomia para se relacionar com os outros, os objetos e os ambientes que os cercam. Querem ajuda para serem reconhecidos como cidadãos que são, com direito a usufruir das experiências da vida como qualquer outra pessoa.

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