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Dia do fonoaudiólogo: Entrevista com a fonoaudióloga Virgínia Braz da Silva

Publicada em 09/12/2016 por Assessoria de Imprensa- Departamento de Comun

No dia 9 de dezembro é comemorado o dia do Fonoaudiólogo. Para falar um pouquinho sobre essa carreira e a sua rotina, convidamos a Fonoaudióloga Virgínia Braz da Silva, graduada pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (1999), com especialização em Audiologia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - SP (2002) e Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (2014). Atualmente é docente do curso de fonoaudiologia e Pós-Graduação em Audiologia do Centro Universitário São Lucas. Fonoaudióloga do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro da cidade de Porto Velho, Rondônia.

 

Confira a entrevista da Fonoaudióloga:

 

UNISL: Pra você, o que mais te agrada em ser fonoaudióloga?

Fonoaudióloga: A melhor parte de ser fonoaudióloga é poder usar meu conhecimento para dar uma chance às pessoas de se comunicarem ou de continuar se comunicando como a maioria da população. Poder ouvir e falar é sublime, é essencial e faz toda a diferença em nossas vidas. Não consigo conceber a ideia de não fazê-lo e imagino o sofrimento para quem perde essa função.

 

UNISL: O que foi determinante para você escolher nessa profissão? Onde e quando formou?

Fonoaudióloga: Me formei na PUC de Goiás no ano de 1999. O que me levou a cursar Fonoaudiologia foi meu filho mais velho que, hoje, não se encontra mais nesse plano. Em 1991, aos 3 meses de idade, meu filho foi diagnosticado com uma lesão cerebral que trouxe consequências no desenvolvimento da fala e dificuldades de alimentação. A partir daí a Fonoaudiologia entrou na minha vida, me encantando, ajudando a entender o que acontecia e ajudando o meu filho a se alimentar e se comunicar.

 

UNISL: Durante sua trajetória profissional, que objetivo (os) alcançado (os) você consideraria como sua maior (ou uma grande) realização até o momento?

Fonoaudióloga: Na minha trajetória o objetivo que alcancei e que foi muito desejado foi o reconhecimento profissional por parte dos meus colegas, superiores e por aqueles que pude ajudar com meus conhecimentos, fato esse que refletiu também na melhora do meu poder aquisitivo. E isso não tem preço! (risos).

 

UNISL: O que mais te motiva na profissão?

Fonoaudióloga: O que mais me motiva é continuar ajudando os meus pacientes e hoje como docente em Fonoaudiologia é poder despertar nos meus alunos o amor e o desejo de ser um profissional diferenciado.

 

UNISL: Você já enfrentou alguma situação muito difícil na profissão, um desafio, uma dificuldade que precisou superar? O que tirou de positivo?

Fonoaudióloga: Sim, já enfrentei. Após seis anos de formada e morando no interior de Goiás, resolvi me mudar para Rondônia com um filho de apenas 8 meses. Começar tudo do zero, com a expectativa de crescer em um estado cheio de oportunidades. Foi bastante difícil, mas fui muito bem recebida nesse estado e hoje, posso dizer que superei. 

O que tirei de positivo disso é que não existe dificuldade para quem tem vontade e coragem para lutar para alcançar seus objetivos.

 

UNISL:  Sobre o mercado de trabalho atualmente, como está?

Fonoaudióloga: O mercado de trabalho está aberto para novos fonoaudiólogos, mas para aqueles que não tem medo de enfrentar dificuldades e que almejam ser um fonoaudiólogo diferenciado, que investe na profissão, que se capacita e busca novos conhecimentos.

 

UNISL: Qual seu conselho pra quem gostaria de ser um fonoaudiólogo?

Fonoaudióloga: Eu aconselho que faça o curso, mas que se jogue de cabeça, pois essa é uma profissão linda, promissora e com um campo de trabalho extenso, com áreas para todos os gostos, mas que exige muito estudo e dedicação.

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