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Dia do fonoaudiólogo: Entrevista com a fonoaudióloga Pamela Paola Carneiro

Publicada em 09/12/2016 por Assessoria de Imprensa- Departamento de Comun

No dia do Fonoaudiólogo entrevistamos Pamela Paola Carneiro Lopes fonoaudióloga, graduada pelo Centro Universitário São Lucas (2008), especialista em Docência do Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes-RJ (2013) e mestranda em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Rondônia (2014). Atualmente é docente do curso de Fonoaudiologia do Centro Universitário São Lucas e fonoaudióloga responsável pelo serviço de fonoaudiologia do Hospital Estadual e Pronto Socorro João Paulo II - Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia.  Nossa entrevistada tem experiência em saúde coletiva com ênfase fonoaudiologia hospitalar. Confira:

 

UNISL: Pra você, considera qual a melhor parte de ser fonoaudióloga?

Fonoaudióloga: A fonoaudiologia me encanta, pois como fonoaudiólogas podem participar da vida de crianças, adultos e idosos  colaborando com a melhora da qualidade de vida de forma ampla. Tenho uma paixão declarada pela terapia intensiva e a disfagia, área que atuo hoje. Na UTI participo de renascimentos que me incentivam a aprender, ensinar e amar esta linda ciência.

 

UNISL: Porque escolheu ser Fonoaudióloga? Onde e quando formou?

Fonoaudióloga: Aos 15 anos precisei de uma fonoaudióloga para reabilitar uma alteração vocal que desenvolvi. Na primeira consulta já tive certeza que queria ser como ela.

Sou egressa do Centro Universitário São Lucas, o que tenho imenso orgulho. Formei na 3ª turma de fonoaudiologia, no ano de 2008.

 

UNISL: O que você consideraria como sua maior (ou uma grande) realização profissional até o momento?

Fonoaudióloga: Desde a época de aluna desejava ser professora e hoje considero que essa é a tarefa mais árdua e ao mesmo tempo prazerosa que exerço enquanto fonoaudióloga.

 

UNISL: Qual a sua maior motivação na profissão?

Fonoaudióloga: A possibilidade de acrescentar na vida do próximo. Como fonoaudióloga posso colaborar de diversas maneiras na reabilitação de doenças graves. Consigo ajudar que doentes voltem a se alimentar de maneira eficaz, além e se comunicar. Isso me fascina e motiva.

 

UNISL: Você já enfrentou alguma situação muito difícil na profissão, um desafio, uma dificuldade que precisou superar? O que tirou de positivo?

Fonoaudióloga: Sim, algumas. Mas, sem dúvida, a mais difícil foi instituir o serviço de fonoaudiologia no Hospital e Pronto Socorro João Paulo II (HEPSPII). Fui a primeira fonoaudióloga a trabalhar HEPSJPII e quando lá cheguei ninguém nem imaginava o papel do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar. Comprei muitas brigas em nome da fonoaudiologia para que todos acreditassem o quanto éramos importantes.  Após muitas batalhas conseguimos instituir o serviço de fonoaudiologia e hoje somos referência estadual.

 

UNISL: Como está o mercado de trabalho atualmente?

Fonoaudióloga: A fonoaudiologia é uma profissão com vasto mercado de trabalho. Em Rondônia vivemos uma crescente importantíssima para o fortalecimento da nossa classe. Temos um mercado que absorve prontamente profissionais competentes e comprometidos. A cada ano que passa somos mais reconhecidos, solicitados e ganhamos mais espaço nas escolas, hospitais e ambulatórios.

 

UNISL: Pra quem gostaria de ser um fonoaudiólogo, qual conselho você daria?

Fonoaudióloga: Lute pelo seu sonho. Não acredite que será fácil, pois vencer demanda muito esforço, mas tenho certeza que tudo valerá a pena. A fonoaudiologia encanta a todos que nela adentram. Você também se encantará!

 

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