Centro Universitário São Lucas

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Curso de fonoaudiologia chama atenção para necessidade de profissionais capacitados na área de fonoterapia

Publicada em 15/05/2018 por

O Centro Universitário São Lucas, por meio da Coordenação de Extensão, promoveu o curso “Contando Experiências: Como eu faço”, no sábado, para compartilhar com os acadêmicos e profissionais de fonoaudiologia a atuação no processo de reabilitação auditiva.

 

A importância de trabalhar temas como estes se dá devido Rondônia, assim como toda a Região Norte, possuir poucos profissionais capacitados que atuam na intervenção da fonoterapia. O teste da orelhinha detecta o problema, porém as crianças recebem o primeiro atendimento e retornam para suas cidades onde não há profissional especializado para continuar o atendimento e isso interfere no tratamento.

 

A palestrante especializada na área Lorena Cristina Brito, explica que o processo de reabilitação “compreende avaliação da audição e outros casos, ou seja, detectado a perda auditiva é necessário a intervenção com o uso de aparelhos auditivos, implante conclear e processo de fototerapia”.

 

Ela pontua ainda que “é um tema bastante pertinente e atual na questão de fazer valer a importância do diagnóstico infantil, da sua intervenção correta porque não adianta ter um diagnóstico precoce, uma reabilitação iniciada corretamente se não houver o acompanhamento do tratamento de forma adequada. É um processo que tem início, meio e fim. E se não levar até o fim o começo do tratamento será perdido”, enfatiza a Lorena.

 

Para o acadêmico William Guerra a importância é na questão profissional porque alguns acadêmicos não têm a noção de que especialidade seguir e esses cursos vem para abrir os horizontes dá uma ideia de qual área seguir dentro do curso. “Dentro da fonoaudiologia existe um campo vasto de especialidades como neofagia, UTI neonatal, audição, estética facial, voz e fala, entre outros e com esse curso podemos ver a necessidade de profissionais para atender a área de fonoterapia ”, conclui o acadêmico.

 

Apesar do teste da orelhinha oferecido pelo SUS diagnosticar precocemente a criança que nasce com a perda auditiva, muitas vezes existem interrupções no tratamento por falta de profissionais e pelas dificuldades em conseguir atendimento no SUS para abranger toda a demanda de atendimentos existentes.

 

Para conscientizar os participantes sobre a importância de ter mais profissionais nessa área e os que trabalham na parte de diagnostico ter a responsabilidade de fazer o quanto antes e corretamente os procedimentos, a palestrante utilizou o método pedagógico aplicado com apresentação de vídeos e discussão de casos.

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